quarta-feira, 8 de abril de 2015

Olá Galerinha, Bora falar da História do conceito da Arte ?Se liga ai :

  • História do conceito

No ocidente, um conceito geral de arte, ou seja, aquilo que teriam em comum coisas tão distintas como, por exemplo, um madrigal renascentista, uma catedral gótica, a poesia deHomero, os autos de mistério medievais, um retábulo barroco, só começou a se formar em meados do século XVIII, embora a palavra já estivesse em uso há séculos para designar qualquer habilidade especial.5
Na Antiguidade clássica, uma das principais bases da civilização ocidental e a primeira cultura que refletiu sobre o tema, considerava-se arte qualquer atividade que envolvesse uma habilidade especial: habilidade para construir um barco, para comandar um exército, para convencer o público em um discurso, em suma, qualquer atividade que se baseasse em regras definidas e que fosse sujeita a um aprendizado e desenvolvimento técnico. Em contraste, a poesia, por exemplo, não era tida como arte, pois era considerada fruto de uma inspiração.6 Platão definiu arte como uma capacidade de fazer coisas de modo inteligente através de um aprendizado, sendo um reflexo da capacidade criadora do ser humano;7 Aristóteles a definiu como uma disposição de produzir coisas de forma racional, e Quintiliano a entendia como aquilo que era baseado em um método e em uma ordem.8 Já Cassiodoro destacou seu aspecto produtivo e ordenado, assinalando três funções para ela: ensinar, comover e agradar ou dar prazer.9

O Juízo Final, de Michelangelo: a arte veiculando todo um universo simbólico, tendo um propósito educativo
Essa visão atravessou a Idade Média, mas no Renascimento iniciou uma mudança, separando-se os ofícios produtivos e as ciências das artes propriamente ditas, incluindo-se pela primeira vez a poesia no domínio artístico. A mudança foi influenciada pela tradução para o italiano da Poética de Aristóteles e pela progressiva ascensão social do artista, que buscava um afastamento dos artesãos e artífices e uma aproximação dos intelectuais, cientistas e filósofos. O objeto artístico passou a ser considerado tanto fonte de prazer como meio de assinalar distinções sociais de poder, riqueza e prestígio, incrementando-se o mecenato e o colecionismo.10 Começaram a aparecer também diversos tratados sobre as artes, como oDe picturaDe statua e De re aedificatoria, de Leon Battista Alberti, e os Comentários de Lorenzo Ghiberti. Ghiberti foi o primeiro a periodizar a história da arte, distinguindo a arte clássica, a arte medieval e a arte renascentista.11
O Renascimento e o Maneirismo assinalam o início da arte moderna. O conceito de beleza se relativizou, privilegiando-se a visão pessoal e a imaginação do artista em detrimento do conceito mais ou menos unificado e de índole científica do Renascimento. Também se deu valor ao fantástico e ao grotesco. Para Giordano Bruno, havia tantas artes quantos eram os artistas, introduzindo o conceito de originalidade, pois para ele a arte não tem normas, não se aprende e procede da inspiração.12
No século XVIII começou a se consolidar a estética como um elemento-chave para a definição de arte como hoje a entendemos - a despeito da vagueza e inconsistências do conceito. Até então toda a arte do ocidente estava indissociavelmente ligada a uma ou mais funções definidas, ou seja, era uma atividade essencialmente utilitária: servia para a transmissão de conhecimento, para a estruturação e decoração de rituais e festividades, para a invocação ou mediação de poderes espirituais ou mágicos, para o embelezamento de edifícios, locais e cidades, para a distinção social, para a recordação da história e a preservação de tradições, para a educação moral, cívica, religiosa e cultural, para a consagração e perpetuação de valores e ideologias socialmente relevantes, e assim por diante.13
Esta mudança de paradigma estava ligada a transformações culturais desencadeadas pelo cientificismo e pelo iluminismo. Estas correntes de pensamento passaram a defender a tese de que a arte não era uma ciência, não podia descrever com exatidão a realidade, e por isso não poderia ser um veículo adequado para o conhecimento verdadeiro. Não sendo uma ciência, a arte passou para a esfera da emoção, da sensorialidade e do sentimento. A própria origem da palavra estética deriva de um termo grego que significasensação. Em trabalhos de Jean-Baptiste DubosFriedrich von SchlegelArthur SchopenhauerThéophile Gautier e outros nasceu o conceito de arte pela arte, onde ela tinha um fim em si mesma, despojando-a de toda a sua antiga funcionalidade e utilidade prática e associações com a moral. Ao mesmo tempo em que isso abriu um novo e rico campo filosófico, gerou dificuldades importantes: perdeu-se a capacidade de se entender a arte antiga em seu próprio contexto, onde ela era toda funcional - um testemunho desta tendência é a proliferação de museus no século XIX, instituições onde todos os tipos de arte são apresentados fora de seu contexto original -, e criaram-se conceitos inteiramente baseados na subjetividade, tornando cada vez mais difícil encontrar-se pontos objetivos em comum que pudessem ser aplicados a qualquer tipo de arte, tanto para defini-la quanto para valorá-la ou interpretar seu significado. O esteticismo foi um dos elementos teóricos básicos para a emergência do Romantismo, que rejeitou o utilitarismo da arte e deu um valor principal à criatividade, à intuição, à liberdade e à visão individuais do artista, erigindo-o ao status de demiurgo e profeta e fomentando com isso o culto do gênio. Por outro lado, o esteticismo ofereceu uma alternativa para a descrição de aspectos do mundo e da vida que não estão ao alcance da ciência e da razão.14 15 Charles Baudelaire foi um dos primeiros a analisar a relação da arte com o progresso e a era industrial, prefigurando a noção de que não existe beleza absoluta, mas que é relativa e mutável de acordo com os tempos e com as predisposições de cada indivíduo. Acreditava que a arte tinha um componente eterno e imutável - sua alma - e um componente circunstancial e transitório - seu corpo. Este dualismo nada mais do que expressava a dualidade inerente ao homem em seu anelo pelo ideal e seu enfrentamento da realidade concreta.16

Kazimir MalevichQuadrado negro sobre fundo branco, uma das obras paradigmáticas da escola abstrata
Em que pese a grande influência do esteticismo, cujo corolário apareceria no início do século XX na forma do abstracionismo, uma apoteose do individualismo artístico,17 houve correntes que o combateram. Hippolyte Taine elaborou uma teoria de que a arte tem um fundamento sociológico, aplicando-lhe um determinismo baseado na raça, no contexto social e na época. Reivindicou para a estética um caráter científico, com pressupostos racionais e empíricos. Jean Marie Guyau apresentou uma perspectiva evolucionista, afirmando que a arte está na vida e evolui com ela, e assim como a vida se organiza em sociedades, a arte deve ser um reflexo da sociedade que a produz.18 A estética sociológica teve associações com os movimentos políticos de esquerda, especialmente o socialismo utópico, defendendo para a arte o retorno a uma função social, contribuindo para o desenvolvimento das sociedades e da fraternidade humana, como se percebe nos trabalhos de Henri de Saint-SimonLev Tolstoi e Pierre Joseph Proudhon, entre outros. John Ruskin e William Morris denunciaram a banalização da arte causada pelo esteticismo e pela sociedade industrial, e defenderam a volta ao sistema corporativo e artesanal medieval.19 20
Na mesma época a arte começou a ser estudada sob o ponto de vista psicológico e semiótico através da contribuição de Sigmund Freud. Ele declarou que a arte poderia ser uma forma de representação de desejos e de sublimação de pulsões irracionais reprimidas. Disse que o artista era um narcisista, e que as obras de arte podiam ser analisadas da mesma forma que os sonhos, os símbolos e as doenças mentais. Continuou nessa linha seu discípulo Carl Jung, que introduziu o conceito de arquétipo na análise artística.21 Outra novidade foi introduzida por Wilhelm Dilthey, considerando arte e vida serem uma unidade. Prefigurando a arte contemporânea, reconheceu a importância da reação do público na definição do que é um objeto artístico, o que instaurava uma espécie de anarquia do gosto, inaugurando a estética cultural. Reconheceu também que a época assinalava uma mudança social e uma nova interpretação da realidade. Ao artista caberiaintensificar nossa visão de mundo em uma obra coerente e significativa.22
Na primeira metade do século XX conceitos inovadores foram introduzidos pela Escola de Frankfurt, destacando-se Walter Benjamin e Theodor Adorno, estudando os efeitos daindustrialização, da tecnologia e da cultura de massa sobre a arte. Benjamin analisou a perda da aura do objeto artístico na sociedade contemporânea, e Adorno refletiu que a arte não é um reflexo mecânico da sociedade que a produz, pois a arte expressa o que não existe e indica a possibilidade de transformação e transcendência. Representante dopragmatismoJohn Dewey definiu a arte como "a culminação da natureza", defendendo que a base da estética é a experiência sensorial. A atividade artística seria uma consequência da atividade natural do ser humano, cuja forma organizativa depende dos condicionamentos ambientais em que se desenvolve. Assim, arte seria o mesmo que "expressão", onde fins e meios se fundem em una experiência agradável. Já Ortega y Gasset apontou o caráter elitista e a desumanização da arte de vanguarda, devido ao seuhermetismo, ao repúdio da imitação da natureza e à perda da perspectiva histórica. Na escola semióticaLuigi Pareyson elaborou uma estética hermenêutica, onde arte é a interpretação da verdade. Para ele, a arte é "formativa", ou seja, expressa uma forma de fazer que ao mesmo tempo inventa sua própria linguagem e seus meios. Assim a arte não seria o resultado de um projeto predeterminado, mas simplesmente encontraria o resultado no processo de fazer. Pareyson influenciou a chamada Escola de Turim, que desenvolveu o conceito ontológico de arte. Umberto Eco, seu maior expoente, afirmou que a obra de arte só existe em sua interpretação, na abertura de múltiplos significados que pode ter para o espectador.23


Espero que tenham gostado ! Bjs....

♥♥

terça-feira, 7 de abril de 2015

Olá Galerinha, Bora falar um pouco da História do anime ?

  • História do Anime :
Com a ocupação americana no fim da segunda guerra mundial, muitos artistas japoneses tiveram contato com a cultura ocidental e influenciado pela cultura pop americana, desenhistas em início de carreira começaram a conhecer os quadrinhos e desenhos animados na sua forma moderna. Havia negociantes que contrabandeavam rolos de filmes americanos, desenhos da Disney e outros.
Entre os principais artistas que se envolveram com a arte americana, estavam Osamu Tezuka, Shotaro Ishinomori e Leiji Matsumoto. Estes três jovens, mais tarde, foram consagrados no mercado de mangá. Na década de 1950, influenciados pela mídia que vinha do ocidente, diversos artistas e estúdios começaram a desenvolver projetos de animação experimental.
Na época em que o mangá reinava como mídia nasceram os pioneiros animes de sucesso: Hyakujaden (A Lenda da Serpente Branca) estreou em 22 de outubro de 1958, primeira produção lançada em circuito comercial da Toei Animation, divisão de animação da poderosa Toei Company e Manga Calendar, o primeiro animê especialmente feito para televisão, veiculado pela emissora TBS com produção do estúdio Otogi em 25 de junho de 1962, que teve duração de dois anos.

Logo em seguida, em 1 de janeiro de 1963, é lançado Tetsuwan Atom, também conhecido como Astro Boy, baseado no mangá de Osamu Tezuka, já com a estética de personagens de olhos grandes e cabelos espetados vinda da versão impressa. Astro Boy acabou tornando-se o propulsor da maior indústria de animação do mundo, conquistando também o público norte-americano. Tezuka era um ídolo no Japão e sua popularidade lhe proporcionou recursos para investir em sua própria produtora, a Mushi Productions. Outras produtoras investiram nesse novo setor e nasceram clássicos do anime como Oitavo Homem (Eight Man), Super Dínamo (Paa Man), mas ainda com precariedade e contando com poucos recursos, diferente das animações americanas.
Segundo Alexandre Nagado, "[...] em 1967 surge o primeiro anime com grande projeção fora do Japão, Speed Racer (Maha Go Go Go, 1967), que apesar de produção pobre, se destacava por ângulos de cena inovadores e muita criatividade nas histórias. Não por acaso, virou sucesso no mundo inteiro e até hoje é muito cultuado. Neste ano estrearam 14 séries, sem contar os desenhos que já estavam em produção anteriormente. Dentre os clássicos daquele ano, A Princesa e o Cavaleiro (Ribbon no Kishi) e Fantomas (Ogon Batto) marcaram época também por suas trilhas sonoras de nível cinematográfico. No cinema, o número de produções era menor (apenas quatro em 1967), mas foi aumentando aos poucos.
Na década de 1970, houve uma grande explosão de títulos. Além de animês para crianças pequenas (Kodomo) e outros para meninas (Shoujo), ocorreu também uma grande febre de desenhos com robôs gigantes (Mecha), graças ao sucesso de Mazinger Z (1972), criação do desenhista Go Nagai e grande sucesso entre o público infanto-juvenil. Com diversos títulos para serem vistos na televisão em episódios semanais, muitos sendo exportados para outros países e com algumas obras sendo lançadas nos cinemas, o animê mostrava que tinha chegado para ficar."
                                                                                                            











                                                                                                            




segunda-feira, 6 de abril de 2015

Atenção ! 

  • Sequência de desenho não ocorrera diariamente, Motivos de estudos na escola ok? Afinal estudar é o essencial .
  • Mas, sempre que ouver tempo... atualizarei todos os dias !! 


  •   Espero que compreendem ! Bjs...




♥Que tal ver alguns desenhos meus?♥Sequência !

  • My Drawings 
  1. Olho / Eye:
















Bora continuar? Segue ai...♥

  • Percepção e observação
Betty Edwards é autora de um livro chamado Desenhando com o lado direito do cérebro. Segundo a autora, desenhar não é uma questão de coordenação, como muitas pessoas acham, mas sim de percepção de formas. Segundo Edwards, uma pessoa com coordenação motora suficiente para escrever o próprio nome é completamente capaz de desenhar com qualidade.
Para desenhar bem, primeiro precisamos aprender a enxergar. Quando estamos começando a desenhar, temos o hábito de desenhar o que sabemos sobre a forma, e não o que estamos vendo de fato. Por exemplo, se você for desenhar uma mesa você sabe que vai desenhar um móvel que possui uma base grande e quatro pernas (modelo mais comum). E assim, a maioria dos iniciantes desenha a parte superior da mesa muito maior do que ela realmente é, porque no lugar de desenhar o que está enxergando, desenha a imagem gravada na memória do que é uma mesa.
Sendo assim, o primeiro passo para aprender a desenhar é esquecer tudo aquilo que você sabe sobre a forma e desenhar apenas o que você esta enxergando. Parece fácil, mas geralmente não é.
Betty Edwards recomenda desenhar usando como base as formas negativas, pois assim não estereotipamos os reais formatos.

  • Não se limite a tutoriais

Uma rápida pesquisa no Google e encontramos centenas se tutoriais de como desenhar passo-a-passo. No entanto, esses tutoriais são, na minha opinião, receitas de bolo. Você aprende a desenhar determinada forma, mas não estimula sua percepção. No lugar de tutoriais, desenhe observando a realidade, desta forma irá aprimorar sua capacidade de enxergar.

  • Desenhe formas tridimensionais


Ou seja, desenhe objetos, animais ou pessoas reais, não imagens. A percepção que temos ao desenhar uma cadeira observando uma foto é muito inferior da que temos ao desenhar olhando para uma.

  • Desenho de memória


Desenhar alguma coisa, seja o que for, que não estamos observando é muito mais difícil. Não só não temos onde olhar para verificar se estamos desenhando corretamente, como corremos o risco de estereotipar nosso desenho, ou seja, não desenhar a forma como ela realmente é.
Algumas pessoas conseguem desenhar perfeitamente algo apenas lembrando de como ela é, mas a princípio é muito mais recomendado desenhar observando do que lembrando das formas.

  • Primeiro o desenho naturalista

Tudo bem que você pode gostar de desenhar monstros, mas é muito mais fácil de adquirir as noções do desenho (tais como proporção, equilíbrio, etc) com o desenho realístico do que com o desenho estilizado. O ideal é aprimorar os traços naturalista e estilizado ao mesmo tempo, pois  à medida que você vai praticando, ambos os desenhos vão evoluindo.

  • Preserve seu traço

Cada pessoa tem um traço diferente. Alguns usam poucas linhas para representar o que querem, outros precisam fazer uma verdadeira riscaria para desenhar. Definir um traço no desenho pode demorar, mas depois que você alcança-lo, não o perca. Seu traço define você.

  • Ame desenhar

Nada é mais importante do que amar aquilo que fazemos. Se você não amar desenhar, acredite, você não vai desenhar direito. O desenho exige dedicação, principalmente se você tiver um pouco mais de dificuldade de percepção. Sinceramente, se você não ama desenhar, não desenhe.


Espero ter ajudado ! BJS 



Olá Galerinha !! Hoje irei amostrar como desenhar bem. E o que deve prestar atenção .. Olhem a sequência !!

  • O (falso) talento de desenhar
Antes de qualquer coisa, vamos desmentir essa história de que desenhar é um dom. Desenhar é prática e treinamento, não um dom especial. Ler mentes é um dom especial, ver através de paredes também, mas desenhar não.
Claro que algumas pessoas tem mais facilidade para desenhar do que outras, mas isso não é uma particularidade do desenho. Algumas pessoas tem facilidade em resolver contas, outras tem em desenhar.
Dito isso, vamos ver como aprender a desenhar. 

domingo, 5 de abril de 2015

Você sabe como surgiu a Arte brasileira ?

arte brasileira surgiu da mistura de outros estilos e se inicia desde o período da Pré-História há mais de 5 mil anos, até a arte primitiva. Ela também foi influenciada pelo estilo artístico de outras sociedades.
Dentre elas, temos a arte da Pré-História brasileira, com vários sítios arqueológicos espalhados pelo território e tombados pelo IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Outra a ser citada é a arte indígena, na época do descobrimento do Brasil, quando no início, havia cerca de 5 milhões de índios. Atualmente, esse número foi reduzido, assim como parte de sua cultura.
Outra arte brasileira a ser citada é a do Período Colonial. O Brasil transformou-se em colônia de Portugal, depois da chegada de Cabral e eram feitas construções simples, como as feitorias, várias vilas, engenhos de açúcar como representação da arte. Após a divisão do Brasil em capitanias hereditárias, foi necessária a construção de casas para os colonizadores.
Na invasão dos holandeses que ficaram no nordeste do Brasil por quase 25 anos, no início de 1624, se instalou uma cultura vinda dos povos holandeses. Apesar dos portugueses terem defendido o Brasil de invasores, estes ainda conseguiram instalar-se. Artistas e cientistas vieram para o Recife, trazendo a cultura holandesa.
Outro estilo que surgiu foi o Barroco, ligado ao catolicismo. A influência da Missão Artística Francesa, no início do século XIX, quando a família real veio ao Brasil foi intensa. A população começou a imitar a cultura europeia. Eram pintados retratos da família real e algumas imagens dos índios brasileiros.
A Pintura Acadêmica, também no século XIX, na arte brasileira, retrata a riqueza clássica, sendo que era refletido um padrão de beleza ideal (padrões propostos pela Academia de Belas Artes).
Já no início do século XX, presenciamos oModernismo Brasileiro, marcado inicialmente pela Semana de Arte Moderna. E, antes disso, oExpressionismo já começa a chegar ao Brasil e fazer história com Lasar Segall (1891-1957) que contribui para o Modernismo.
Após a Semana de Arte Moderna, vários artistas começaram a desenvolver um estilo próprio de pintura, sendo a arte mais valorizada no país.